Para encerrar a mediação da exposição dedicada a Carlos Paredes, a turma do 7.ºB esteve na passada terça-feira no Atrium Raul Almeida, onde participou numa visita guiada e nas oficinas Arte com Cordas e Balancé.
Durante cerca de cem minutos, os alunos, acompanhados pela professora de Educação Visual, Guida Alegrio, e pelos mediadores Carlos Lourenço, Martha Domingues e Rosário Figueiredo, mergulharam no universo de Carlos Paredes - observaram imagens do músico, leram textos dedicados à sua obra, pintaram ao som da sua guitarra e criaram uma tapeçaria coletiva com trapilho, fios de algodão e lã.
As duas peças produzidas evocaram tanto as cordas da guitarra, quanto as amarras que a música de Paredes ajudou a quebrar.
Carlos Paredes será, sempre, sinónimo de liberdade.
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quinta-feira, 15 de maio de 2025
terça-feira, 29 de abril de 2025
𝟏𝟎𝟎 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐂𝐚𝐫𝐥𝐨𝐬 𝐏𝐚𝐫𝐞𝐝𝐞𝐬 – 𝐦𝐮́𝐬𝐢𝐜𝐚 𝐞 𝐦𝐞𝐦𝐨́𝐫𝐢𝐚
Na segunda-feira, mesmo com o apagão, o 5.ºD iluminou o Atrium Raul Almeida!
A turma, acompanhada pelo professor de Educação Musical, Daniel Henriques, visitou a exposição documental que evoca o centenário do nascimento do mestre da guitarra portuguesa, Carlos Paredes.
Para guiar os alunos nessa visita estava Manuel Ribeiro, discípulo do mestre, que não só explicou o processo artesanal de construção da guitarra, como também tocou ao vivo, num instrumento construído por si, temas do repertório de Paredes.
Os alunos escutaram atentos, maravilhados com os sons da guitarra e com o virtuosismo do executante.
Ainda durante o concerto, a experiência tornou-se mais sensorial, com a proposta do artista plástico Carlos Lourenço – traçar linhas coloridas numa tela improvisada, ao som da música.
Nessa tarde, a memória, as artes e as emoções fundiram-se em harmonia. Fez-se luz.
A turma, acompanhada pelo professor de Educação Musical, Daniel Henriques, visitou a exposição documental que evoca o centenário do nascimento do mestre da guitarra portuguesa, Carlos Paredes.
Para guiar os alunos nessa visita estava Manuel Ribeiro, discípulo do mestre, que não só explicou o processo artesanal de construção da guitarra, como também tocou ao vivo, num instrumento construído por si, temas do repertório de Paredes.
Os alunos escutaram atentos, maravilhados com os sons da guitarra e com o virtuosismo do executante.
Ainda durante o concerto, a experiência tornou-se mais sensorial, com a proposta do artista plástico Carlos Lourenço – traçar linhas coloridas numa tela improvisada, ao som da música.
Nessa tarde, a memória, as artes e as emoções fundiram-se em harmonia. Fez-se luz.
sexta-feira, 4 de abril de 2025
𝐉𝐮𝐧𝐭𝐨𝐬, 𝐨𝐮𝐯𝐞𝐦-𝐧𝐨𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐥𝐨𝐧𝐠𝐞!
Ontem, a partir das 14h30, o Atrium de Mira ecoou com a atuação das Orquestras Escolares dos Agrupamentos de Escolas de Mira e de Condeixa-a-Nova.
O público, constituído por alunos dos 6.º/7.º anos e 8.º/9.º anos, aplaudiu com entusiasmo os dois espetáculos. E com razão. Do que vimos e ouvimos, constatámos que os mentores da orquestra de Condeixa-a-Nova, os professores Mário Alves e Maria João Leitão, e o da orquestra de Mira, o professor António Jesus, são três forças motrizes que contagiam com uma imensa alegria os seus grupos. Depois, os alunos das duas formações demonstraram técnica, sintonia e paixão pela música!
O público, constituído por alunos dos 6.º/7.º anos e 8.º/9.º anos, aplaudiu com entusiasmo os dois espetáculos. E com razão. Do que vimos e ouvimos, constatámos que os mentores da orquestra de Condeixa-a-Nova, os professores Mário Alves e Maria João Leitão, e o da orquestra de Mira, o professor António Jesus, são três forças motrizes que contagiam com uma imensa alegria os seus grupos. Depois, os alunos das duas formações demonstraram técnica, sintonia e paixão pela música!
sexta-feira, 28 de março de 2025
𝐎𝐫𝐪𝐮𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐬 𝐄𝐬𝐜𝐨𝐥𝐚𝐫𝐞𝐬 𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐫𝐭𝐨!
No dia 3 de abril, quinta-feira, o Atrium de Mira será palco de dois grandes concertos protagonizados pelas Orquestras Escolares dos Agrupamentos de Escolas de Mira e de Condeixa-a-Nova.
O primeiro espetáculo, às 14h30, será destinado aos alunos dos 6.º e 7.º anos, enquanto o segundo, às 15h30, receberá os alunos dos 8.º e 9.º anos.
Devido à lotação do espaço, o convite aos pais e encarregados de educação foi reservado exclusivamente às famílias dos jovens músicos que se apresentarão no evento.
O primeiro espetáculo, às 14h30, será destinado aos alunos dos 6.º e 7.º anos, enquanto o segundo, às 15h30, receberá os alunos dos 8.º e 9.º anos.
Devido à lotação do espaço, o convite aos pais e encarregados de educação foi reservado exclusivamente às famílias dos jovens músicos que se apresentarão no evento.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2025
Colaboração e criatividade – chaves do sucesso!
Na tarde de hoje, a professora Célia Silva e os alunos do 9.ºD participaram na última interação com a exposição de pintura de Manuel Filipe.
Após uma visita guiada, os alunos, inspirados nos trípticos do pintor, desenvolveram as suas próprias interpretações artísticas. O trabalho culminou na criação de quatro painéis distintos, que, unidos, deram forma a um políptico.
Esta atividade encerrou, de forma gratificante, o projeto desenvolvido pela equipa do PNA de Mira em torno da exposição patente no Atrium.
A iniciativa evidenciou como a arte pode inspirar e unir, deixando uma marca duradoura em todos os envolvidos.
Após uma visita guiada, os alunos, inspirados nos trípticos do pintor, desenvolveram as suas próprias interpretações artísticas. O trabalho culminou na criação de quatro painéis distintos, que, unidos, deram forma a um políptico.
Esta atividade encerrou, de forma gratificante, o projeto desenvolvido pela equipa do PNA de Mira em torno da exposição patente no Atrium.
A iniciativa evidenciou como a arte pode inspirar e unir, deixando uma marca duradoura em todos os envolvidos.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2025
Manuel Filipe: uma fonte de inspiração
A arte de Manuel Filipe continua a cativar e a despertar criatividade!
Desta vez, foi a turma do 6.ºC que, acompanhada pelas professoras Fátima Silva e Rosário Figueiredo, mergulhou numa experiência artística no Atrium.
Após uma visita guiada à exposição, os alunos criaram telas originais inspiradas nos quadros expostos. Para isso, recorreram a uma ampla panóplia de recursos – giz, tecidos, jornais, marcadores – e integraram fotografias dos seus próprios olhares como elementos gráficos das composições, conferindo-lhes um toque único e pessoal.
No final, cada grupo apresentou aos outros as suas obras, enriquecendo a experiência coletiva com interpretações muito originais do trabalho realizado.
Desta vez, foi a turma do 6.ºC que, acompanhada pelas professoras Fátima Silva e Rosário Figueiredo, mergulhou numa experiência artística no Atrium.
Após uma visita guiada à exposição, os alunos criaram telas originais inspiradas nos quadros expostos. Para isso, recorreram a uma ampla panóplia de recursos – giz, tecidos, jornais, marcadores – e integraram fotografias dos seus próprios olhares como elementos gráficos das composições, conferindo-lhes um toque único e pessoal.
No final, cada grupo apresentou aos outros as suas obras, enriquecendo a experiência coletiva com interpretações muito originais do trabalho realizado.
terça-feira, 21 de janeiro de 2025
Tarde de luz
Ontem, apesar da chuva intensa, o 6.ºE não se deixou intimidar e, acompanhado pelas professoras Edite Costa e Rosário Figueiredo, correu animado até ao Atrium de Mira para participar na atividade “Entre Olhos”.
Lá, os alunos mergulharam no universo criativo da exposição de pintura de Manuel Filipe.
Durante a visita guiada, foram convidados a refletir sobre as vivências do artista e a explorar a sua própria criatividade, concebendo composições únicas que incluíssem um elemento especial: os seus próprios olhos, observadores atentos do passado e do presente.
Com os trabalhos concluídos, cada grupo apresentou as suas criações, partilhando interpretações originais com os colegas.
Parabéns, 6.ºE, por uma tarde repleta de luz, cor e significado!
Lá, os alunos mergulharam no universo criativo da exposição de pintura de Manuel Filipe.
Durante a visita guiada, foram convidados a refletir sobre as vivências do artista e a explorar a sua própria criatividade, concebendo composições únicas que incluíssem um elemento especial: os seus próprios olhos, observadores atentos do passado e do presente.
Com os trabalhos concluídos, cada grupo apresentou as suas criações, partilhando interpretações originais com os colegas.
Parabéns, 6.ºE, por uma tarde repleta de luz, cor e significado!
sábado, 18 de janeiro de 2025
Olhos no futuro
Na quarta-feira, o 6.ºB, acompanhado pelas professoras Ana Pinho e Rosário Figueiredo, dirigiu-se ao Atrium de Mira para participar numa aula de Português muito dinâmica!
No decurso da atividade “Palavras com Cor”, os alunos exploraram a exposição de pintura de Manuel Filipe e leram em voz alta excertos de textos de autores neorrealistas, em harmonia com os temas dos quadros.
Seguidamente, inspirados pelas obras que os rodeavam, foram desafiados a integrar fotografias dos seus próprios olhos em composições que refletissem a sua visão do mundo. Após a conclusão do trabalho, cada equipa apresentou a sua criação ao público presente.
Antes de partir, ainda se criaram frases que, depois de alinhadas, deram forma a um poema coletivo.
Foi, sem dúvida, uma aula movimentada! Mil competências foram exploradas, culminando num final feliz – a alegria dos participantes, o seu enorme empenho e, acima de tudo, muita criatividade e assertividade!
No decurso da atividade “Palavras com Cor”, os alunos exploraram a exposição de pintura de Manuel Filipe e leram em voz alta excertos de textos de autores neorrealistas, em harmonia com os temas dos quadros.
Seguidamente, inspirados pelas obras que os rodeavam, foram desafiados a integrar fotografias dos seus próprios olhos em composições que refletissem a sua visão do mundo. Após a conclusão do trabalho, cada equipa apresentou a sua criação ao público presente.
Antes de partir, ainda se criaram frases que, depois de alinhadas, deram forma a um poema coletivo.
Foi, sem dúvida, uma aula movimentada! Mil competências foram exploradas, culminando num final feliz – a alegria dos participantes, o seu enorme empenho e, acima de tudo, muita criatividade e assertividade!
quarta-feira, 15 de janeiro de 2025
O 7.ºB transformou inspiração em criação no Atrium de Mira
Na terça-feira, conforme planeado, a professora Guida Alegrio levou os alunos do 7.ºB ao Atrium de Mira, para uma aula de Educação Visual num ambiente diferente.
A turma começou por fazer uma visita guiada à exposição ali patente, observando como as vivências de Manuel Filipe se refletem na sua pintura.
Depois, inspirados por dois trípticos do pintor, os alunos criaram quatro painéis que, no final, foram unidos num políptico, exposto no vidro.
O resultado foi surpreendente! Concordam?
A turma começou por fazer uma visita guiada à exposição ali patente, observando como as vivências de Manuel Filipe se refletem na sua pintura.
Depois, inspirados por dois trípticos do pintor, os alunos criaram quatro painéis que, no final, foram unidos num políptico, exposto no vidro.
O resultado foi surpreendente! Concordam?
terça-feira, 14 de janeiro de 2025
Alunos do Secundário conheceram a pintura de Manuel Filipe
Na tarde de segunda-feira, os alunos dos 10.ºB, 11.ºC e 11.ºD, acompanhados pelos professores de História e de Filosofia, Amélia Morgado e Carlos Veríssimo, deslocaram-se ao Atrium para visitar a exposição de pintura de Manuel Filipe.
No Auditório, Carla Manaia, a especialista convidada, iniciou as duas sessões com uma reflexão sobre a vida e a obra do pintor, abordando as fases mais marcantes da sua produção artística e enquadrando-as na estética neorrealista.
De seguida, os alunos deslocaram-se à Galeria, onde puderam observar os quadros expostos e os relacionaram com o que tinham ouvido.
Nos dois encontros, os alunos revelaram muita curiosidade, colocaram questões e partilharam opiniões. Sob a orientação de Carla Manaia, as interações transformaram-se em momentos significativos de aprendizagem, com a arte a servir de catalisador para o pensamento crítico.
O grupo organizador agradece calorosamente a presença de Carla Manaia, não só pela clareza e profundidade da sua comunicação, mas também pela capacidade de inspirar os nossos alunos a explorar e questionar o universo da arte.
No Auditório, Carla Manaia, a especialista convidada, iniciou as duas sessões com uma reflexão sobre a vida e a obra do pintor, abordando as fases mais marcantes da sua produção artística e enquadrando-as na estética neorrealista.
De seguida, os alunos deslocaram-se à Galeria, onde puderam observar os quadros expostos e os relacionaram com o que tinham ouvido.
Nos dois encontros, os alunos revelaram muita curiosidade, colocaram questões e partilharam opiniões. Sob a orientação de Carla Manaia, as interações transformaram-se em momentos significativos de aprendizagem, com a arte a servir de catalisador para o pensamento crítico.
O grupo organizador agradece calorosamente a presença de Carla Manaia, não só pela clareza e profundidade da sua comunicação, mas também pela capacidade de inspirar os nossos alunos a explorar e questionar o universo da arte.
terça-feira, 16 de julho de 2024
Agenda PNA 2024-2025 já borbulha!
A agenda do próximo ano letivo começa a fervilhar!
Estamos a preparar, para meados de outubro, uma retrospetiva da pintura de Manuel Filipe, um expoente máximo do neorrealismo português.
Nesse enquadramento, os elementos que dinamizam o Plano Nacional das Artes em Mira foram gentilmente convidados para se deslocarem a Condeixa-a-Nova no dia 9 de julho e conhecerem o acervo do pintor, exposto no Museu PO.RO.S, na Galeria Manuel Filipe, na Casa-museu Fernando Namora e na Câmara Municipal.
Gostámos muito! Antecipamos uma atividade magnífica em Mira!
Estamos a preparar, para meados de outubro, uma retrospetiva da pintura de Manuel Filipe, um expoente máximo do neorrealismo português.
Nesse enquadramento, os elementos que dinamizam o Plano Nacional das Artes em Mira foram gentilmente convidados para se deslocarem a Condeixa-a-Nova no dia 9 de julho e conhecerem o acervo do pintor, exposto no Museu PO.RO.S, na Galeria Manuel Filipe, na Casa-museu Fernando Namora e na Câmara Municipal.
Gostámos muito! Antecipamos uma atividade magnífica em Mira!
sexta-feira, 27 de janeiro de 2023
Palestra ambiental com apresentação do projeto “de saco cheio”
O dia 26 de janeiro foi inspirador na EB2 de Mira: Fernando Jorge Paiva, ativista e rosto do movimento cívico ambientalista “Não Lixes” esteve na biblioteca da escola, a convite do 5.ºB e do seu DT, João Alves.
Nas duas sessões realizadas, dirigidas às dez turmas do 2.ºceb, Joca, como gosta de ser chamado, foi um comunicador extraordinário: apelou à união com a natureza e à colocação do lixo nos lugares adequados, pois o que se atira para o chão, disse, mais tarde ou mais cedo acaba no mar. A esse propósito, mostrou imagens que nos dilaceraram, de aves a alimentarem os seus filhotes com plástico e animais marinhos enredados e sufocados com o lixo que invade o oceano.
Entre as estratégias propostas para a recolha e transformação deste lixo foi sugerida a participação no projeto “de saco cheio”!
Carlos Lourenço, que se encontrava na sala, tomou então a palavra e apresentou as linhas mestras deste projeto, que irá desenvolver em parceria com o Plano Nacional das Artes do Agrupamento e o Museu do Território da Gândara.
Na sua intervenção, apelou aos presentes para começarem a recolher, desde já, no areal da praia, os desperdícios (cordas, redes, fios, boias, metal, plásticos e fragmentos naturais) que irão ser transformados em objetos artísticos.
A terminar, e como corolário desta tarde tão bem passada, alunos e professores rodearam os convidados, mostrando o seu apreço.
Bem-haja ao 5.ºB e ao seu DT pela organização deste evento e aos intervenientes pelas suas palavras mobilizadoras.
Nas duas sessões realizadas, dirigidas às dez turmas do 2.ºceb, Joca, como gosta de ser chamado, foi um comunicador extraordinário: apelou à união com a natureza e à colocação do lixo nos lugares adequados, pois o que se atira para o chão, disse, mais tarde ou mais cedo acaba no mar. A esse propósito, mostrou imagens que nos dilaceraram, de aves a alimentarem os seus filhotes com plástico e animais marinhos enredados e sufocados com o lixo que invade o oceano.
Entre as estratégias propostas para a recolha e transformação deste lixo foi sugerida a participação no projeto “de saco cheio”!
Carlos Lourenço, que se encontrava na sala, tomou então a palavra e apresentou as linhas mestras deste projeto, que irá desenvolver em parceria com o Plano Nacional das Artes do Agrupamento e o Museu do Território da Gândara.
Na sua intervenção, apelou aos presentes para começarem a recolher, desde já, no areal da praia, os desperdícios (cordas, redes, fios, boias, metal, plásticos e fragmentos naturais) que irão ser transformados em objetos artísticos.
A terminar, e como corolário desta tarde tão bem passada, alunos e professores rodearam os convidados, mostrando o seu apreço.
Bem-haja ao 5.ºB e ao seu DT pela organização deste evento e aos intervenientes pelas suas palavras mobilizadoras.
quarta-feira, 8 de junho de 2022
a ARTE imorredoura de Paula Rego
Partiu Paula Rego. Partiu, mas não morreu. Apenas mudou de dimensão.
Paula Rego nasceu em 1935. Com o apoio familiar, deixou Portugal aos 16 anos, para fazer os estudos na Slade School of Art, uma escola londrina onde frequentou o curso de pintura, entre 1952 e 1956.
Desde cedo, a sua obra fortemente figurativa e literária sobressaiu pelas histórias narradas, muitas delas ouvidas durante a infância em Portugal, ou inspiradas na sua vida, em livros ou em filmes. Sobre elas disse numa entrevista a John McEwen «As histórias são formas de nos preenchermos, de aliviar o medo».
Depois, na sua pintura havia uma crítica mordaz e a não aceitação dos cânones vigentes na sociedade salazarista, sobre as quais disse numa entrevista: «Os meus temas favoritos são os “jogos” provocados pelo poder, o domínio e as hierarquias. Dá-me sempre vontade de pôr tudo de pernas para o ar, desalojar a ordem estabelecida».
Outro tema recorrente na sua obra foram as mulheres e o seu direito a serem e a fazerem, as grandes impossibilidades durante o Estado Novo. Numa entrevista confessou “Eu gostava de ter sido rapaz, não gostava de ser menina. Gostava de ser o Robin dos Bosques ou o Peter Pan, que voava pelas janelas”.
Ontem, Paula Rego fez o seu último voo.
Neste hangar, ficou a sua ARTE.
Nós, que amamos o seu trabalho, deixamos aqui o nosso preito de homenagem.
Paula Rego nasceu em 1935. Com o apoio familiar, deixou Portugal aos 16 anos, para fazer os estudos na Slade School of Art, uma escola londrina onde frequentou o curso de pintura, entre 1952 e 1956.
Desde cedo, a sua obra fortemente figurativa e literária sobressaiu pelas histórias narradas, muitas delas ouvidas durante a infância em Portugal, ou inspiradas na sua vida, em livros ou em filmes. Sobre elas disse numa entrevista a John McEwen «As histórias são formas de nos preenchermos, de aliviar o medo».
Depois, na sua pintura havia uma crítica mordaz e a não aceitação dos cânones vigentes na sociedade salazarista, sobre as quais disse numa entrevista: «Os meus temas favoritos são os “jogos” provocados pelo poder, o domínio e as hierarquias. Dá-me sempre vontade de pôr tudo de pernas para o ar, desalojar a ordem estabelecida».
Outro tema recorrente na sua obra foram as mulheres e o seu direito a serem e a fazerem, as grandes impossibilidades durante o Estado Novo. Numa entrevista confessou “Eu gostava de ter sido rapaz, não gostava de ser menina. Gostava de ser o Robin dos Bosques ou o Peter Pan, que voava pelas janelas”.
Ontem, Paula Rego fez o seu último voo.
Neste hangar, ficou a sua ARTE.
Nós, que amamos o seu trabalho, deixamos aqui o nosso preito de homenagem.
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