Felizmente, tudo não passou de uma aparição isolada. Ainda assim, o alvoroço foi suficiente para levar a pequenada a preparar-se para futuras investidas. Como medida preventiva, cada participante construiu os seus fantoches de dedo da Carmela e do Lobo, levando para casa os ingredientes necessários para recriar a história em família e, quem sabe, provocar alguns sustos a irmãos, pais e outros parentes mais distraídos.
Fica um agradecimento muito especial à Fátima Rei e à Elisabete Marralheiro pela disponibilidade do Museu; às educadoras Áurea Almeida e Anabela Menacho pelo convite para a realização desta atividade; às assistentes Cila Saborano e Adriana Domingues pelo apoio dado; e às estagiárias de Animação Sociocultural, Íris Alcaide e Mafalda Patrão, pela preciosa colaboração.
O avistamento do Tio Lobo ficou a dever-se à mediação de Rosário Figueiredo que, ao que tudo indica, continuará a facilitar as incursões lupinas no próximo ano letivo.
Até lá, recomenda-se alguma vigilância... nunca se sabe onde o Tio Lobo poderá voltar a aparecer!
Fica um agradecimento muito especial à Fátima Rei e à Elisabete Marralheiro pela disponibilidade do Museu; às educadoras Áurea Almeida e Anabela Menacho pelo convite para a realização desta atividade; às assistentes Cila Saborano e Adriana Domingues pelo apoio dado; e às estagiárias de Animação Sociocultural, Íris Alcaide e Mafalda Patrão, pela preciosa colaboração.
O avistamento do Tio Lobo ficou a dever-se à mediação de Rosário Figueiredo que, ao que tudo indica, continuará a facilitar as incursões lupinas no próximo ano letivo.
Até lá, recomenda-se alguma vigilância... nunca se sabe onde o Tio Lobo poderá voltar a aparecer!
